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Expresso oferece A Marcha dos Pinguins

Pinguins.jpg

O jornal Expresso vai oferecer, na sua próxima edição de dia 24 (Sábado), o documentário A Marcha dos Pinguins, que relata a viagem anual feita pelos pinguins Imperadores ao seu local de nidificação. Apesar desde filme ter sido um bocado sobrevalorizado o ano passado, é interessante, revelando um lado surpreendentemente carinhoso dos pinguins.

O documentário será apresentado com a narração original, em francês.


Links: imdb

Lançamentos da Semana



Baseado numa história verídica, Indian - O Grande Desafio conta a história de Bert Munro, interpretado por Anthony Hopkins. Munro passou grande parte da sua vida a aperfeiçoar a sua motorizada Indian Twin Scout, de 1920, para realizar o seu sonho de estabelecer um novo record de velocidade.

O filme será lançado numa edição com poucos extras.

Nas lojas dia 22.

Links: imdb

Lançamentos da Semana

Dia 14 será lançada a comédia romântica A Minha Super Ex (My Super Ex-Girfriend), numa edição de um disco com alguns extras.

  



A Dália Negra (The Black Dahlia) marca o regresso aos ecrãs de Brian de Palma, e mesmo não sendo um dos seus melhores filmes, é uma adaptação bastante interessante do livro com o mesmo nome.

O filme conta a história do assassinato de uma aspirante a actriz, que nunca chegou a ser resolvido. Se este ponto de partida aconteceu realmente, o resto é pura ficção. O ambiente de film noir é muito bem conseguido, o que deve cativar especialmente os fãs do género.

A edição do filme, de apenas um disco, contém alguns extras, nomeadamente documentários sobre a rodagem e o mediático caso que inspirou o livro. Nas lojas dia 15.

  


Para os mais novos é de assinalar o lançamento de Cinderela - Revolta no Tempo (de resto, não me parece que este directo-para-vídeo da Disney seja muito apelativo mesmo para os maiores fãs de animação). Este filme mostra uma visão alternativa da história tradicional da Cinderela. A varinha mágica cai nas mãos erradas e o sapatinho deixa de cristal deixa de servir a Cinderela, que vai lutar para que tudo volte ao normal, e que não seja a sua meia irmã a casar com o principe. O dvd tem alguns extras, que tal como o filme são mais a pensar nas crianças. Nas lojas dia 16.

  

Alexander Revisited: Update


Alexander.jpg

 

Dia 27 de Fevereiro sairá em R1 a versão definitiva de Alexandre, O Grande, o épico de Oliver Stone que foi um dos grandes fracassos de bilheteira de 2004.

Será que era mesmo necessária esta nova edição? Já existem nas lojas outras duas, incluindo uma versão do realizador, e quem quer que se tenha interessado nesses dvds, depois de ter visto o filme dificilmente terá grande vontade de gastar mais dinheiro. Ainda por cima este Alexander Revisited, como se vai chamar, terá  um pouco mais de 3 horas e meia. Isto sim é um épico!

Oliver Stone parece acreditar que esta edição era mesmo necessária, pelo menos justica-o nesta carta:



Que diz o seguinte, para quem não sabe inglês:

Porquê uma terceira versão de Alexander? A melhor resposta que eu consigo dar, é que não conseguia deixar de pensar no filme. É um filme que me tem assombrado desde a sua estreia nos cinemas, em Novembro de 2004, nos EUA, e do lançamento do director's cut em Julho de 2005.

Mas nenhuma das versões estava completa. Não era uma questão de certo ou errado, de bom ou mau, era como uma experiência, que se tenta e se pode falhar. Acredito que esta nova versão (3,5 horas) é a minha mais clara interpretação a incrível vida de Alexandre.

Para os que não apreciaram o original, podem ficar descansados, esta é a minha última tentativa, já que não existem mais cenas filmadas. Para aqueles que gostaram, por favor partilhem a minha paixão por Alexander, o mais sublime ao mais embaraçoso pixel.

Agradeço que  mostrem as vossas opiniões no forum do site do filme. E ainda acredito - "A sorte favorece os audazes".

Sinceramente vosso,

Olive Stone

Este blog chama-se DVD!!



Há uma coisa que eu sinceramente não percebo. Na barra aqui em cima, pode-se ler que o título do blog é dvd. Quando eu me refiro ao meu blog digo sempore "o dvd". O link para o blog é dvd.blogs.sapo.pt.

Porque é que na maioria de blogs que têm link para o meu, os autores escolhem o nome dvd blog?? Está bem que o mail que eu dou para me contactarem é dvdblog@sapo.pt. Mas isso foi só porque já não havia o mail dvd@sapo.pt disponível... Será que o título que aparece no próprio blog se destaca mais à vista que o e-mail?

Não é que me incomode, e só tenho é que agradecer a gentileza de todos os que colocam links para o meu espaço, mas fica aqui esclarecido, este blog chama-se dvd, DVD ou Dvd, não se chama dvd blog.

Obrigado, a programação normal retoma dentro de minutos.

De volta!

Finalmente acabaram os exames. O que significa que finalmente vou voltar a actualizar o blog com bastante mais frequência.

Para começar tenho de me desculpar por ter dado aqui uma informação errada. O dvd de World Trade Center não foi lançado dia 30, como disse no artigo anterior, mas sim esta semana, no dia 7.

Crítica: A Senhora da Água



O Sexto Sentido
, O Protegido, Sinais e A Vila são filmes que tenho na minha colecção e que me dão sempre um enorme prazer revisitar. M. Night Shyamalan, que escreveu e realizou todas estas obras, e que é um dos mais talentosos realizadores e argumentistas da sua geração, estreou o ano passado nos cinemas A Senhora da Água, que foi das maiores desilusões que já tive relativamente a um filme.
A Senhora da Água foi dizimado pela crítica americana, mas isso não era nada que não se esperasse, já que tinha sido assim com os seus dois filmes anteriores, pelo que de certo modo, até o considerei um bom sinal.

No entanto uma grande parte das críticas ocupavam mais linhas a dizer mal de Shyamalan do que do seu filme. O que não teria sido muito correcto, não tivesse o realizador ocupado mais minutos do seu filme a mostrar a sua superioridade intelectual aos críticos de cinema, em vez de se preocupar em contar uma história minimamente envolvente.

No filme, um homem, Cleveland Heep, encontra na piscina do prédio de que cuida, uma narfa, criatura de forma humana, de um lugar mágico perdido na história. Esta narfa vai levar vários dos habitantes do prédio a unirem-se na tentativa de a salvar do monstro que a persegue (um animal mítico ridiculamente concebido) e a devolverem-na ao seu mundo. Mais importante que tudo isto é o tema principal do filme, que os adultos vão perdendo a inocência com que olham para o mundo e crescendo em cinismo, e não conseguem apreciar os pequenos milagres que nos rodeiam todos os dias... Um tema que já deu alguns grandes filmes. Não o caso deste, infelizmente.

O problema é que Shyamalan não se preocupa, como já disse, em contar uma história que faça sentido ou que envolva o espectador. Através de vários artifícios mais ou menos óbvios todo o filme é construído com o objectivo de "mostrar" aos críticos de cinema que se eles dizem mal dos seus filmes, é porque com o seu cinismo não conseguem apreciar a simplicidade e beleza das histórias que ele escreve.

E vejamos ao ponto extremo a que o realizador leva a sua cruzada. Ele próprio, que entra em todos os seus filmes em pequenos papéis, tem aqui o seu maior papel, e logo como um escritor que, diz-lhe a narfa, vai no futuro escrever um livro que vai ser o livro mais importante de sempre e que vai inspirar grandes líderes a mudar o mundo. Pior ainda, vive no prédio um crítico de cinema.

O crítico de cinema acaba por ser o vilão do filme, porque é através da sua cínica interpretação dos filmes que o nosso herói vai tentar salvar a narfa. Mas claro, o crítico, como já não vê o mundo com a inocência de uma criança (ponto que é reforçado vezes sem conta ao longo do filme, em cenas absolutamente ridículas) dá informações erradas, e isso quase custa a vida à narfa... Mas fica ainda pior... O que lhe acontece no fim (ao crítico)  é a cena mais idiota que já fim num film. E não estou a exagerar.

Além disso, o filme é chato. Principalmente na primeira metade, em que não acontece absolutamente nada que avance significativamente a história.

Uma grande parte da crítica nacional adorou o filme. Se calhar fui eu que não percebi a mensagem de Shyamalan. O que é certo é que nunca pensei ver um realizador e argumentista que tanto admiro fazer um filme que eu detestasse tanto. Para a próxima será melhor...

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